Quantas bactérias existem no smartphone?

Pesquisa mostra que smartphone pode ser 10 vezes mais sujo que um banheiro público

Não importa onde você esteja, é bem provável que seu smartphone não esteja muito longe. Na sua bolsa, bolso da calça, na sua mesa ou na sua mão. E este último é o principal culpado por transmitir sujeira para seu aparelho.

Segundo a pesquisa de 2016 do Deloitte sobre o consumo de aparelhos móveis, são mais de 17 mil bactérias acumuladas, algumas são encontradas até mesmo na nossa pele, e no trato respiratório.

Phillip Tierno, microbiologista e patologista da Universidade de Medicida de Nova York afirma que seu aparelho pode transmitir pequenos micróbios toda vez que tocá-lo. Parte desses pequenos vilões podem ser encontrados nas barras de segurança do metrô, maçanetas de banheiros ou até mesmo na sua esponja de lavar louça. Segundo estudo divulgado por cientistas no Arizona, EUA, a maioria dos aparelhos tem 10 vezes mais bactérias do que assentos de banheiros. Levando em conta que o brasileiro checa o smartphone 78 vezes por dia, um smartphone bem sujinho no fim do dia não é surpresa.

Estar exposto a todos os tipos de bactérias, vírus e micróbios não é novidade; o fato de não tocarmos em superfícies estéreis o tempo todo, já indica que deve sim haver algo ali . Apesar da maioria dos agentes serem não patogênicos, ou seja, não serem capazes de nos fazer ficar doentes, alguns dos encontrados em smartphones ainda podem prejudicar a sua saúde como o E. Coli, Staphylococcus aureus e Streptococcus.

Há duas maneiras de evitar a contaminação por esses agentes. Uma é limpar seu smartphone no fim do dia (um pano de microfriba com uma mistura de água e álcool, cerca de 60% e 40% de cada um respectivamente, pode ajudar). A segunda é evitar ao máximo, ou não levar mais seu celular ao banheiro.

Então, nada de ficar no joguinho enquanto está sentado no trono!